Actividades Educativas

AVIÁRIO Novidade 2007

Percorra um aviário de Aves Exóticas e deixe-se invadir pela alegria das cores das variadas espécies que aí habitam – araras, papagaios, catatuas e periquitos. Observe de bem perto estas maravilhosas aves, cuja beleza é, infelizmente, a principal causa dos problemas de conservação que ameaçam este grupo. Por serem populares aves de gaiola e alvo de práticas ilegais de comércio, muitas destas espécies estão ameaçadas.

 

ALDEIA AFRICANA

Este espaço lúdico-didáctico integra zonas de convívio, animais de madeira gigantes e áreas de animais domésticos (cabras anãs, coelhos, ovelhas, burros, watussis e lamas).

A entrada da aldeia é adornada por troncos de madeira e rostos de demónios africanos. O caminho continua por entre várias estruturas labirínticas que vão desvendando aos visitantes muitas surpresas e que garantem um contacto próximo com vários animais domésticos africanos. O cabril transitável e o tronco de árvores que acolhe os simpáticos coelhos, ao alcance dos mais novos, são exemplos desse contacto.

No espaço reservado a brincadeiras, os visitantes podem experimentar e interagir com esculturas de animais em tamanho real - escalar e abanar as orelhas de uma girafa, percorrer o interior de um elefante, subir a um rinoceronte e entrar dentro da boca de um leão ou de um crocodilo.

Também neste espaço adultos e crianças são surpreendidos pelos tamborileiros do demónio. Num jogo de audição interactivo é possível compor músicas, mediante a reacção de vários sensores aos movimentos de cada visitante. A diversão continua com o baloiço africano, um cesto de grandes dimensões, que convida várias pessoas a andarem nele ao mesmo tempo. É também um óptimo esconderijo, a partir do qual se pode observar o que se passa do lado de fora através de pequenos orifícios.

LAGO DOS FLAMINGOS, IBIS E CEGONHAS

Num lago, enquadrado numa paisagem verdejante, em que de uma pequena cascata a água desce por três patamares, as Cegonhas-de-bico-amarelo convivem com Flamingos e Ibis sagrados. Também aqui vivem alguns hóspedes que se instalaram sem convite: umas quantas galinhas de água selvagens decidiram fazer os seus ninhos nos enormes arbustos de papiros que nasceram dentro das águas deste lago. Com uma ilha no meio onde os tratadores colocam as terrinas com a alimentação dos animais, este lago tenta reproduzir as condições naturais em que estas aves vivem.

E é assim, que ao observarmos a paisagem observamos flamingos, ibís e cegonhas que exibem toda a sua graciosidade e beleza.

O Flamingo Pequeno, que habita este lago, é originário dos lagos interiores, bem como das lagoas costeiras do Sul de África. Não deve ser confundido com o flamingo vermelho que nos é familiar, por Portugal ser um dos seus locais de migração. A contrastar com a cor rosa ténue do flamingo podemos observar também neste lago o Íbis Sagrado. Esta ave originária das zonas húmidas e savanas do centro e Sul de África tem a cabeça e o pescoço desprovidos de penas.

A Cegonha-de-bico-amarelo é uma espécie endémica do Continente Africano, onde vive em habitats aquáticos. É uma espécie ameaçada que consta da lista vermelha da IUCN de 2006 e como tal é protegida.

As pernas das Cegonha-de-bico-amarelo são longas e magras. É difícil de acreditar que pernas como estas conseguem suportar o peso médio dos seus corpos que ronda os 4,5 Kg.

PARQUE DOS MARABÚS

Conheça de perto estas enigmáticas aves de grande envergadura (até 1,20m de altura e 3m de envergadura de asas). Os Marabus são necrófagos e por isso com um papel relevante no ecossistema que integram. Vivem na África subsaariana conjuntamente com abutres, hienas, chacais e leões. Estas aves comem carne em decomposição, dos animais que morrem, por doença ou atacados por outros predadores. O estado de conservação dos Marabus é vulnerável. Em África morrem muitas vezes envenenados ao ingerirem carcaças contaminadas de predadores mortos por criadores de gado.

PARQUE DOS COATIS

Por baixo de uma grande ponte de madeira que leva até ao cais de embarque para o safari os visitantes podem observar de cima uma pequena instalação de Coatis, harmoniosamente integrada na paisagem. A riqueza em troncos, arbustos e alguns esconderijos faz com que estes animais possam ser observados em permanente actividade.

Quando, ao chegar ao continente americano, Cristóvão Colombo viu pela primeira vez um coati descreveu-o como “um cão com ar de palhaço”. O Coati é um mamífero omnívoro de origem sul-americana. Excelentes trepadores e muito ágeis com as “mãos”, os coatis são “uma dor de cabeça” para os parques zoológicos pois escapam facilmente do espaço que lhes é destinado.